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  • ﻼIgreja Futebol Clube 4ﻼ

    sábado, 20 de outubro de 2012
    É com muita alegria que faço o post de encerramento da primeira série do Raízes Firmes: Igreja Futebol Clube! Celebro isso porque ganhei muito com essas postagens: interação com novos blogueiros, contato com opiniões diferentes que me inspiraram a futuros assuntos, críticas positivas e negativas acerca da forma como escrevo e por aí vai. Claro que existem aqueles comentários que não se preocuparam nem em disfarçar que não leram absolutamente nada do que escrevi - o que posso fazer? -, mas pontos negativos como esse são o de menos na vida em blogosfera, não é mesmo? Bem, mas vamos ao que interessa para esse encerramento:



    Não quero abordar dois pontos desta vez; quero fazer meio que um caminho contrário do que as três postagens anteriores. Nós vimos que, praticamente, muitos dos pontos que podem ser muito negativos dentro de comunidades são comuns tanto na religião quanto no futebol, mas o que isso quer dizer? Alguns podem dizer: "Quer dizer que nenhuma das duas comunidades presta!". Não gosto desse tipo de radicalismo. Religião e futebol nunca serão perfeitos por um simples motivo: as duas são formadas por gente, e onde há gente há problema. As pessoas são assim. Mas o que seria de nós sem defeitos? Não são eles que nos fazem crescer? É muito lindo ler uma poesia ou ouvir uma música que fala sobre esse tipo de superação, mas quando isso precisa ser vivido dentro desse ou de qualquer outro contexto, as pessoas fogem dele, escondem-se em máscaras de radicalismo e opiniões que são verdadeiros escudos blindados. Não chamo isso de falsidade. Prefiro ver como um artifício equivocado de proteção. Se eu pensasse desse modo, nunca teria escrito essa série; quem me conhece sabe que não gosto nem pouco de futebol e levantar bandeira de religião também não é minha praia mas, para você que acompanhou pelo menos duas postagens: não tivemos muito a aprender?


    André Valadão é um dos maiores nomes da música gospel do Brasil. Começou sua carreira como cantor no Ministério de Louvor Diante do Trono, onde era importante vocalista. Investiu em carreira solo no ano de 2003 e, em 2007, deixou definitivamente o ministério por já ter uma visão específica suficiente em seu próprio trabalho. O que ele tem a ver com esse post? Em 2006, no seu álbum Alegria - terceiro de sua carreira - foi gravada uma canção chamada País da Adoração. Ela faz exatamente esse link entre futebol e religião. Foi um acontecimento que chamou bastante atenção: primeiro porque a canção emplacou nas mais tocadas nas rádios evangélicas do Brasil, segundo porque, em 2006, o nosso país perdeu a Copa e ser patriota depois disso foi deixado de lado por muita gente. Com essa canção, André fez exatamente o que tentei fazer aqui nesses quatro posts: ver que, apesar dos defeitos dessas duas comunidades, elas têm também pontos positivos que podem ser unidos para que uma nação funcione melhor. Como? Sua perspectiva é a seguinte: somos conhecidos mundialmente como o País do Futebol. Já pensou se fôssemos conhecidos também por País da Adoração? Isso seria o máximo, pois um país que busca a Deus é um país feliz! Muitos dos nossos problemas seriam resolvidos com o temor a Deus e se as pessoas levassem isso tão a sério quanto levam a Copa do Mundo, tudo seria diferente. 

    como perder barriga
    Para ouvir a música País da Adoração, clique AQUI
    Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o SENHOR, e o povo ao qual escolheu para sua herança.
    Salmos 33:12

    ﻼUm Homem de Sorteﻼ

    terça-feira, 9 de outubro de 2012

    Finalmente farei meu primeiro post sobre livros. Não há como escolher entre literatura e cinema; sou apaixonado pelos dois e postar sobre isso aqui é muito bom.  Recebi um ótimo selo da Rafa do Hiper Friends que me deu uma ótima oportunidade. O selo, que é sobre leitura, traz algumas perguntas e, para completar, eu não poderia deixar de falar das minhas impressões sobre a obra. Para deixar tudo completo, começaremos pela sinopse:


    “Mas não estava em outra época e lugar, e nada daquilo era normal. Trazia a fotografa dela consigo há mais de cinco anos. Atravessou o país por ela.” “Era estranho pensar nas reviravoltas que a vida de um homem pode dar. Até um ano atrás, Thibault teria pulado de alegria diante da oportunidade de passar um fim de semana ao lado de Amy e suas amigas. Provavelmente, era exatamente isso de que precisava, mas quando elas o deixaram na entrada da cidade de Hampton, com o calor da tarde de agosto em seu ápice, ele acenou para elas, sentindo-se estranhamente aliviado. Colocar uma carapuça de normalidade havia-o deixado exausto. Depois de sair do Colorado, há cinco meses, ele não havia passado mais do que algumas horas sozinho com alguém por livre e espontânea vontade. (...) Imaginava ter caminhado mais de 30 quilômetros por dia, embora não tivesse feito um registro formal do tempo e das distâncias percorridas. Esse não era o objetivo da viagem. Imaginava que algumas pessoas acreditavam que ele viajava para esquecer as lembranças do mundo que havia deixado para trás, o que dava à viagem uma conotação poética; prazer de caminhar. Estavam todos errados. Ele gostava de caminhar e tinha um destino para chegar. - Sinopse extraída do Skoob.

    Não poderia começar meu comentário de outra maneira: sou fã de Nicholas Sparks. Já li, pelo menos, 5 livros dele e gostei de todos. É óbvio que quero mais; há um número bem maior de livros de sua autoria que ainda não li.  Mas, deixando isso de lado, Um Homem de Sorte é um de seus livros mais leves. Sim, há surpresas e fatos importantes diluídos ao longo da trama que nos envolve facilmente e nos dá curiosidade por saber mais, porém o aspecto melancólico e dramático em demasia criticado por muitas pessoas que leem os romances adocicados de Sparks não é tão intenso nessa história.
    Algo que preciso destacar é o desenvolvimento dos personagens. Sparks se preocupou em nos deixar conhecer profundamente cada personagem desse romance e eu achei isso incrível! O número relativamente pequeno de pessoas envolvidas na trama ajuda; a intimidade que se consegue alcançar com os pensamentos, emoções e conflitos de cada uma delas foi extremamente satisfatório para mim.
    É apaixonante a presença sutil de Zeus, o cão de Logan, que inspira belas amizades. Mesmo sendo um romance mais maduro, diferente de A Última Música e Querido John, Um Homem de Sorte consegue alcançar uma eficiente jovialidade com a diversão de várias cenas, diálogos e momentos divertidos da personalidade dos personagens.
    Enfim, não teria como eu falar muito mal de um livro que ganhei de aniversário, não é? Isso já faz quase um ano - faço aniversário em 17 novembro e ganhei o livro dia 26 de novembro do ano passado. Lembro-me de muita coisa boa daquela época e é engraçado ver quanta mudança aconteceu. De certa forma, Logan passou por alguns momentos comigo e eu sou muito feliz de tê-lo conhecido. Para encerrar, só adianto uma coisa: o fato mais belo desse livro é a amizade. Se você tiver um amigo que saiba lhe falar as coisas certas, fazer você ter fé, apegue-se a ele com todo o seu carinho; isso é muito valioso. Quem leu o livro, sabe do que estou falando. Se você vai ler, concordará comigo.  
    Enfim, vamos às questões:

    1. Qual o livro que você está lendo? Um Homem de Sorte
    2. Em que página você está? Já acabei.
    3. Quando você começou a lê-lo? Não me lembro exatamente; acho que foi em junho. - já li pelo menos três livros depois dele, mas não pensei duas vezes em fazê-lo objeto do selo.
    4. Qual a nota você dá para ele? (Dê quantas estrelas você achar que merece) Três estrelas e meia. É um livro ótimo e está entre meus preferidos, mas não é o melhor de Nicholas Sparks.
    5. Abra seu livro na página 28 na linha que corresponda à sua idade e digite a frase/passagem que estiver lá: "Até o momento, ninguém os havia incomodado".
    6. Qual a última frase do seu livro? "Como se estivesse lendo sua mente, abriu os braços".
    7. Qual a primeira frase do livro? "O policial Keith Clayton não os ouviu se aproximar e, de perto, suas aparências não eram ainda piores do que quando os vira pela primeira vez."
    8. Coloque uma foto de você com seu livro/ ou apenas a imagem do livro:


    9. Postar o selo:


    10. Repassar para algum/alguns blog(s) que você goste e ache que o blogueiro (a) tenha capacidade para responder. Eu não gosto de não indicar, mas vou ter de deixar essa passar. Estou com o tempo muito corrido, mal dá para responder aos comentários. Meu segundo semestre começou - até que enfim! - e eu já falei para vocês de muitas das coisas que eu tenho para fazer além da faculdade. Isso não impede de você que está lendo esse post de fazê-lo. Isso me deixaria muito feliz. Aproveito a para agradecer à Rafa pelo selo, gostei demais de recebê-lo. Abraços firmes e até mais.

    Não deixes o teu amigo, nem o amigo de teu pai; nem entres na casa de teu irmão no dia da tua adversidade; melhor é o vizinho perto do que o irmão longe.
    Provérbios 27:10

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