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  • ﻼUm Encontro Com Seu Ídoloﻼ

    domingo, 26 de agosto de 2012
    Quem me conhece sabe que tenho alguns vícios. Um deles chama-se "cinema". Ou simplesmente "filmes", se você preferir. Baseado nisso, quero começar a fazer um tipo de postagem inédita não só nesse blog, mas em toda minha jornada de blogueiro. Quero falar sobre longas-metragens e fazer indicações para vocês. Para começar, escolhi um filme que passou na Sessão da Tarde há algumas semanas e que é um dos meus preferidos. Não é um filme grandioso, mas uma comédia romântica simples e despretenciosa e eu também amo filmes que são feitos simplesmente só para divertir. Seu nome é Um Encontro Com Seu Ídolo (Win a date with Tad Hamilton!).


    Sinopse: Típica garota do interior, Rosalee é ingênua e cheia de sonhos. Ela participa de um concurso que dá como prêmio um encontro romântico com o astro do cinema Tad Hamilton. E para a sua própria surpresa, ela ganha! Seu amigo e colega de trabalho, Pete, secretamente apaixonado por Rosalee, entra em desespero. Afinal, ele nunca sequer imaginou que um dia teria de competir com um superastro das telas. Sua situação se complica ainda mais quando o inesperado acontece: não apenas Rosalee quem se apaixona por Tad, mas o próprio galã, com fama de Bad Boy, também se apaixona por ela. É quando o sonho de Rosalee se torna o pior pesadelo de Pete.

    Em meio a comentários específicos sobre os atores - como trabalho com teatro, é irresistível para mim fazer isso - falarei mais sobre o filme:

    Kate Bosworth - Eu preciso dizer que fiquei abismado com os olhos dessa garota. Percebi através das fotos que eu via para postar aqui que seu olho direito tem uma tonalidade diferente do esquerdo. Essa foto que eu escolhi não possibilita muito a noção do detalhe, mas é só jogar o nome dela no Google e você verá a diferença. Mas, enfim, ela se encaixou perfeitamente no papel de Rosalee. Dona de muitos jargões que podem virar piada de qualquer grupo de amigos que virem esse filme juntos e sincera até o último minuto, sua personagem consegue ser extremamente decidida e mansa ao mesmo tempo. Surta com a possibilidade de conhecer seu ídolo Tad Hamilton, mas não esquece suas prioridades nem se envergonha de suas origens. Tem dois ótimos amigos de infância e é feliz com seu trabalho no supermercado da cidade. Sua incrível espontaneidade e doçura é o que fazem com que Tad Hamilton olhe para ela como uma fã especial. Eu, particularmente, gosto muito do seu sorriso e ela até me faz lembrar Britney Spears se contemplada em certo ângulo. (Se você achar que não tem nada a ver, ignore essa comparação) Não conheço muito o seu trabalho, mas creio que vale a pena assistir a filmografia dessa jovem talentosa.

    Josh Duhamel -Pesquisando suas fotos para postar aqui (tive a sorte de encontrar esse ótimo clique feito durante o filme mesmo, numa cena em que Tad encontra-se com Rosalee em uma lanchonete) percebi que Josh Duhamel é o tipo galã não muito explorado. Se jogar o nome dele no Google, certamente você achará fotos dele com pouca roupa em ensaios mais ousados, porém não é isso que vemos na maioria dos seus papéis nos filmes em que atua - entre eles está a trilogia Transformers, na qual ele faz um soldado. Creio ser o filme mais conhecido do qual ele tenha participado. Falando em seu personagem, ele é tão famoso que consegue, ao mesmo tempo, estar no cinema, em comerciais e na TV o dia inteiro. Fica profundamente confuso ao conhecer Rosalee, pois foi ao seu encontro pensando ser ela somente "mais uma", mas viu que não era bem por aí. Ele começa a rever seus conceitos, prioridades e investimentos após o encontro com a doce garota do interior. Nos faz perceber o quanto as circunstâncias da vida podem nos mudar. A essência particular, todavia, é escolha de cada um e nada nem ninguém além de você mesmo tem poder sobre ela. Achei que ele se encaixou perfeitamente no papel e fez um belo contraste com o personagem Pete, melhor amigo de Rosalee.

    Topher Grace - falando em Pete, esse é o ator que o interpreta de forma bem convincente. Se você vê seu rosto e não lembra bem de onde o viu, eu refresco sua memória: Grace foi quem interpretou Venom no último filme da bem-sucedida franquia original do Homem-Aranha. Nesse filme ele aparece um pouco franzino e desconcertado para encaixar-se no personagem, bem diferente da rude e prepotente atuação em Homem-Aranha 3. Pete percebe que seu coração está em perigo quando vê Rosalee junto de Tad. É do tipo de pessoa que valoriza muito o que ama, mas só se dá conta disso quando está prestes a perder. Ele é o gerente do supermercado onde Rosalee trabalha junto com sua melhor amiga. Os três rendem cenas bem divertidas juntos. O coitado precisa aguentar as mulheres da sua vida falarem de Tad Hamilton o dia inteiro e fingir que se interessa. Suas tentativas de se tornar um assunto importante ou mesmo ser tão atraente quanto Tad são tão cômicas quanto apelativas. Pete também conhece Rosalee mais do que ela imagina, e é nisso que ele acerta.

    Ginnifer Goodwin - Para finalizar, apresento essa atriz a vocês que está vivendo seu momento de glória interpretando Branca de Neve/Mary Margareth no fenômeno bem-sucesido e recente seriado Once Upon a Time. Sua participação no filme é extremamente divertida, pois ela é dona das falas mais derretidas e utópicas a respeito de Tad. A melhor amiga de Rosalee rende ótimas risadas e sua incoveniência é hilária. Goodwin aparece com o cabelo curto - um pouco maior do que o da foto à esquerda - com as pontas rosadas e, creio eu, com uns quilinhos a mais. Junto de Rosalee, ela enche os ouvidos de Pete a respeito de Tad e não ajuda em nada no desespero dele ao vê-la com o astro, já que ela acha a amiga a pessoa mais sortuda do mundo por conseguir o que ela mesma mais quer na vida. Ela é até controlada demais na presença de Tad para um estereótipo de fã tão histérica, mas a atuação de Goodwin não decepciona, muito pelo contrário. Bem, eu poderia falar de mais atores/atrizes presentes no filme, mas creio que esses bastam, até porque o post já está bem extenso.

    Eu sempre procuro tirar uma lição dos filmes que assisto e não poderia deixar de falar sobre isso aqui. Creio que a maior lição que esse filme traz é que, se feitas as escolhas certas, estaremos na hora e no lugar certos também. Decidir como será nosso futuro depende de nós, e um minuto a mais ou a menos pode fazer toda a diferença. Creio que muitos de vocês assistiram a esse filme e sabem do que estou falando, mas se você leu esse post ainda não viu, procure fazer isso. Deixarei vocês com o trailer do longa. Até a próxima.



    Vai, e dize a Davi: Assim diz o SENHOR: Três coisas te ofereço; escolhe uma delas, para que ta faça.
    2 Samuel 24:12

    ﻼIgreja Futebol Clube 1ﻼ

    quinta-feira, 16 de agosto de 2012
    Já pensou em como futebol e religião podem ser parecidos? Se analisarmos, poderemos elencar várias semelhanças e, de forma lógica, ver que manifestações idênticas são notáveis nos dois segmentos. É tudo uma questão de perspectiva. Decidi, então, fazer uma série de postagens sobre essa analogia. Serão pelo menos 4 publicações intercaladas a respeito do tema. Vamos começar, então?


    1. Culto - Seja esse nome, seja missa, reunião, encontro ou qualquer outro substantivo convencionalmente usado por determinado grupo, todos eles têm a mesma função: estar junto de outras pessoas com um objetivo em comum. Da mesma forma que podemos ver igrejas lotadas de fiéis, também podemos ver estádios cheios de torcedores. Da mesma forma que podemos ver religiosos fanáticos, podemos ver telespectadores de uma partida com o coração na boca, lágrimas nos olhos e fantasiados da cabeça aos pés com as cores de seu time. Da mesma forma que grupos religiosos podem se reunir uns nas casas dos outros para terem um momento de oração, círculos completos de amigos ou uma família inteira podem se reunir em frente à televisão para, durante 90 minutos no mínimo, acompanhar uma confronto. Não é um verdadeiro culto prestado por ambos os lados? O mais similar: os dois possuem hinos. Isso mesmo. Ninguém verá um culto de determinada igreja, seja qual for sua denominação, acontecer sem música. Da mesma forma, não existe torcida que não tenha na ponta da língua uma canção de louvor ao seu time do coração. A diferença que podemos achar nesse âmbito é que, quando são os torcedores que louvam, é sempre algo bonito de se ver. A celebração vaza pelos poros, a garganta é rasgada pelo brado intenso e não há canção melhor para entoar naquele momento do que o hino de exaltação ao insubstituível time. Passar o jogo inteiro cantando, pulando de um lado para o outro sem se preocupar se sua atitude parece desesperada ou ridícula é normal. É fácil demais, porém, chamar algum religioso de fanático se ele se comportar pelo menos de forma parecida com essa. Alguém pode dizer: "Ah, isso não tem nada a ver". Eu pergunto: "Será que não tem?". Vejamos, se você conhece 10% da Palavra de Deus, você verá que há motivos suficientes para demonstrar a mesma alegria e intensidade durante cultos prestados a Deus. A guerra entre o bem e o mal já foi vencida na cruz do Calvário e isso é um motivo mais do que justo e muito maior para celebrar. Dizer que isso tudo simplesmente não tem nada a ver e negar-se a pensar e ver como podemos rever nossos conceitos. Por que gritar o nome de "Jesus" pode parecer tão ridículo, mas gritar o nome de um time ou de um jogador que é tratado como um verdadeiro deus dentro e fora de campo é tão mais suportável?

    E Moisés disse: Havemos de ir com os nossos jovens, e com os nossos velhos; com os nossos filhos, e com as nossas filhas, com as nossas ovelhas, e com os nossos bois havemos de ir; porque temos de celebrar uma festa ao SENHOR.
    Êxodo 10:9


    2. Dízimo - Você deve estar se perguntando como isso pode ser semelhante entre religião e futebol. É fácil. Já parou para pensar sobre o quanto as torcidas organizadas gastam para se manter? Elas existem por um motivo, precisam de investimento para isso e o que não falta são pessoas dispostas a abrir suas carteiras e tirar uma boa quantia em dinheiro. O que é até mais "engraçado": alguns - ou muitos - gastam muito mais que 10% em função do seu time. Algum deles acha isso ruim ou recebe críticas constantemente por causa disso? Eu diria que não. Basta olhar para o valor das camisetas oficiais de um time, para as mensalidades que os integrantes de uma torcida organizada oficial se comprometem a pagar, para os pacotes de TV's por assinatura que fazem uma programação especial para os torcedores de plantão e por aí vai. Todos acreditam que vale à pena. Todos acreditam que é para a manutenção da paixão que os faz se sentir mais vivos. Isso não é questionado, é respeitado e visto com naturalidade. Mas levar o dízimo para a igreja já é visto com maus olhos por muita gente. É para o sustento da casa de Deus, para ajudar nos investimentos missionários e para melhorar a estrutura dos templos, mas quem liga para isso? Dói muito mais no bolso tirar 10% para Deus do que 30% para o seu time. Ouço muita gente dizer que não gosta de dizimar por causa da corrupção dos líderes. Não venha me dizer que nunca existiu corrupção na tesouraria das torcidas organizadas que eu não acredito. E não custa nada você chegar para o seu líder espiritual e pedir para ver como as finanças da igreja estão sendo investidas - ele certamente não resistirá ao seu pedido, não se ele não for um corrupto. Precisamos conhecer sim o terreno onde estamos plantando. O dinheiro gasto em função do seu time é totalmente aceitável porque lhe proporciona emoções, união, diversão, algo que serve para se desligar dos problemas do mundo etc. Mas se Deus o abençoa tanto, permite-o ter um emprego, uma fonte de renda e até sobra tanto dinheiro para investir em outras coisas, o que custa agradecê-Lo e honrá-Lo com 10% do resultado do seu suor?

    E esta pedra que tenho posto por coluna será casa de Deus; e de tudo quanto me deres, certamente te darei o dízimo.
    Gênesis 28:22

    Quero deixar claro que o objetivo dessas publicações não será defender a conduta de um dos lados. Não estou tomando partido de nada. O meu objetivo aqui é nos fazer pensar como é fácil criticar sem pensar antes. Como é fácil achar que coisas são tão diferentes umas das outras quando são, concomitantemente, tão semelhantes e como nos submetemos a achar que uma é totalmente normal e outra não. Meu objetivo é nos fazer rever conceitos. Há muito questionamento e pouca compreensão por aí, não acha?

    ﻼGarranchosﻼ

    quarta-feira, 8 de agosto de 2012

    Foi você quem me contou muitas das histórias da minha infância. Histórias da minha vida que nem eu mesmo me lembro. Mas algo que me lembro e que você, vez por outra, gosta muito de comentar são as cartinhas que, em muitos dias dos pais ou no seu aniversário, eu fiz para você. Aqueles garranchos compostos por letras grandes e mal feitas de quem ainda está sendo alfabetizado acompanhado por desenhos desproporcionais a ponto de nossa casa ser menor que os bonequinhos que nos representavam brincando no jardim do lado de fora. Isso tudo era mais que suficiente para fazer seus olhos brilharem e me puxar para mais um abraço apertado, um beijo na testa e um emocionalmente carregado "muito obrigado".
    Imerso naquela pureza infantil, eu jamais teria noção do tamanho sacrifício feito por você para me dar uma vida boa. Jamais teria noção do trabalho que sempre gerou o dinheiro que eu usei para comprar seus próprios presentes. A verdade é que o tempo passa e pode ser que, por variados motivos, fique mais difícil expressar sentimentos e gratidão.
    Nessa caminhada, eu conheci mais alguém a quem posso chamar de pai e descobri que Ele também é seu pai. Esse conceito confuso me ajudou a entender muita coisa. Nós somos presentes e temos valor. Eu sou um presente que Deus escolheu dar para você e você é um presente que Ele escolheu dar para mim. Sei que você fez garranchos para Deus no dia em que me conheceu, ainda que eu não compreendesse o que tudo aquilo representava.
    Descobrir que Deus também é seu pai me faz olhar para você como um filho que comete erros e acertos, que é indisciplinado algumas vezes, mas tem sentimentos, responsabilidades, necessidades e sonhos para realizar.
    Hoje entendo o quão diferente somos, pois a vida já lhe ensinou muito mais do que a mim. Hoje entendo o quão parecidos nós somos, e o quanto eu preciso lhe respeitar por isso. Hoje entendo que sou feliz por algo que nunca vai mudar: é bom ser chamado seu filho e não há palavra melhor para chamá-lo do que pai. Eis aqui mais um sincero, dedicado e simples garrancho.

    -=-=-

    Hey, pessoal! Quero agradecer muito o carinho e consideração de vocês por meio da receptividade e elogios sempre presentes nos comentários. Espero que tenham gostado do meu texto de dia dos pais. Ele é praticamente uma encomenda para o culto do dia dos pais em minha igreja.
    Quero anunciar aqui a criação de uma nova página no Facebook. Trata-se do Geração Kadoshi, que é o grupo de jovens da igreja onde eu congrego. Kadoshi significa "santidade" em hebraico, e é isso o que pregamos, principalmente mostrando que ser santo é diferente de ser chato e carrancudo. Explicações à parte, você pode curtir a página clicando AQUI. Lá, nós postamos imagens, vídeos, convites para eventos, enfim.
    Algo legal de se falar aqui é a nossa promoção no Twitter - sim, nós estamos lá também! -, que se trata do sorteio do novo CD do Ministério de Louvor Diante do Trono - CREIO (DT15). É muito fácil participar, basta seguir-nos AQUI e dar RT nos tweets informativos acerca da promoção. Vale ressaltar que, em breve, também haverá promoção no Facebook. Ficarei muito feliz se vir vocês participando por lá.
    Deixo com vocês o banner da promoção. Até mais.


    Ora, a nosso Deus e Pai seja dada glória para todo o sempre. Amém.
    Filipenses 4:20

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